EDUCAÇÃO FINANCEIRA E ACIDENTES DO TRABALHO

EMPRESAS INVESTEM EM EDUCAÇÃO FINANCEIRA COMO FERRAMENTA DE REDUÇÃO DE ACIDENTES DO TRABALHO

Para abordar o tema tão importante que é  “EDUCAÇÃO FINANCEIRA E ACIDENTES NO TRABALHO”, é mister que explicitemos, primeiramente, o sentido e o teor de tal tema.

O vocábulo “Educação” diz respeito à efetivação do verbo “Educar”.  Segundo o pedagogo Marco Aurélio da Silva, “o conceito de educar vai muito além do ato de transmitir conhecimento, educar é estimular o raciocínio, é aprimorar o senso crítico, as faculdades intelectuais, físicas e morais. O homem é um ser que precisa de orientação e informação. Esses conhecimentos são adquiridos na escola, e ela, juntamente com os pais, deve despertar nos alunos a curiosidade e a capacidade para entender o mundo que os cerca, e de ensiná-los os conceitos empregados pela sociedade. . A educação é algo que cabe em qualquer lugar” e também no ambiente de trabalho

Quanto ao termo “Financeira”, advém do vocábulo “Finanças” e significa, com base no Instituto Foregon,  a “área da economia que engloba os ramos de atividade e os processos relacionados com a gestão dos recursos públicos e privados, o dinheiro, o crédito, títulos, ações e obrigações pertencentes ao Estado, às empresas e aos indivíduos”.

Portanto, podemos inferir que o termo “EDUCAÇÃO FINANCEIRA” reflete na ideia da Empresa poder orientar, de modo sistemático e racional, ao seu funcionário-colaborador, para que ele crie métodos de modo a equilibrar as suas receitas, ou seja,  harmonizar os seus recebimentos com os seus gastos ou as suas despesas.

É pertinente e inequívoco afirmar-se que um dos ambientes mais apropriados para que o Empresário brasileiro coloque em prática a “Educação Financeira” aos seus colaboradores é a SIPAT (Semana Interna de Prevenção de Acidentes do Trabalho). 

É de boa conduta considerar que, conforme as Leis atuais, a SIPAT é um acontecimento que deve ser executado compulsória e anualmente em Empresas brasileiras e estrangeiras estabelecidas no Brasil. 

Ainda conforme o tema em abordagem, a conexão que se pode estabelecer entre Educação Financeira e Acidentes no Tralhado é de extrema relevância para os negócios e lucros de uma Empresa. 

Apontam diversas análises estatísticas que os problemas de ordem financeira são os principais responsáveis pelas estafas, pelos esgotamentos e pelos desânimos dos indivíduos, o que acaba por afetar a vida privada deles, logicamente, e de forma pungente a das Empresas onde eles exercem suas atividades profissionais.

As conseqüências desta realidade podem ser detectadas empiricamente no âmago das atividades da Empresas, quanto aos seguintes aspectos: a diminuição da produtividade, o aumento de ausências e faltas justificadas ou não no trabalho, os desequilíbrios das relações interpessoais dos colaboradores, o dispêndio exagerado com remédios e tratamentos médicos, além do acréscimo nos casos de acidentes de trabalho.

É salutar indicar que os acidentes de trabalho, em geral, podem ter diversas vertentes e alcances, como segue:

Acidentes que afetam os ossos, a coluna cervical, os nervos e músculos do corpo humano;

Acidentes provocados por intoxicação ou alergias de pele, de pulmões ou de outros órgãos internos do corpo;

Acidentes que prejudicam os sentidos humanos: audição, visão, tato, paladar etc;

Acidentes traumáticos com máquinas, ferramentas e objetos diversos;

Acidentes de carro, moto e qualquer outro tipo de  transporte coletivo ou individual;

Acidentes advindos de viagens no exercício de tarefas fora da Empresa;

Acidentes provenientes de problemas mentais ou psicológicos.

Para tanto, relativo ao assunto em pauta, é essencial que a Empresa decida adotar um programa de Educação Financeira para os seus colaboradores, funcionários ou empregados. O departamento de Recursos Humanos é o setor mais indicado para engendrar o Programa de Educação Financeira que, devido a relevância do viés, deve focar também a prevenção relativa aos acidentes do trabalho.

Um funcionário orientado a ter as suas finanças equilibradas, a investir em sua carreira com cursos e estudos, a manter o seu corpo também saudável (o que também é conseqüência de uma orientação financeira) poderá necessariamente render muito mais no âmbito dos objetivos da empresa, o que significa o seu crescimento sustentável e o significativo lucro.

Outro ponto de grande valia para a Empresa é o seguinte: se o seu colaborador é exposto a contextos de trabalho com a máxima segurança e prevenção possíveis, é claro que ele se utilizará o mínimo proporcional no que tange aos processos trabalhistas, ou seja, quanto mais consciência e saúde do empregado, menos acidentes  ocorrerá com ele e, por conseguinte, menos processos trabalhistas e menos indenizações a serem pagas haverá. 

Todo este contexto é igualmente fruto possível e racional de um Programa de Educação Financeira bem administrado junto ao funcionário. Certamente é um Investimento com “I” maiúsculo.

Para tanto, é aconselhável sempre que se contrate empresas e profissionais experientes nos assuntos relativos aos trabalhadores e à SIPAT (Semana Interna de Prevenção de Acidentes do Trabalho), para que haja um aporte positivo na operacionalidade do Programa de EDUCAÇÃO FINANCEIRA PARA AS EMPRESAS.

JORNALISTA RESPONSÁVEL: 

MAURO CUNHA FILHO (MTB.21.497-SP)

FONTES: 

Relatórios da ONU – ORGANIZAÇÃO DAS NAÇÕES UNIDAS

Ministério do Trabalho e do Emprego

Governo Federal do Brasil

USP – Universidade São Paulo

Jornal O ESTADO DE SÃO PAULO

PORTA G1 – Rede Globo

PORTAL CULTURA

JORNAL A TRIBUNA DE SANTOS

FIESP

PUC-SP

OAB-SP

RADIO ESTADÃO

FGV – Fundação Getúlio Vargas 

Jornal FOLHA DE SÃO PAULO

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