COLESTEROL
O QUE É?
Gordura produzida no fígado e presente em alimentos de origem animal. É importante para algumas das funções do organismo mas, o seu desequilíbrio (excesso) no sangue pode causar riscos de doenças cardiovasculares.
EXISTEM 2 TIPOS DE COLESTEROL
LDL (mau colesterol)
Transporta o colesterol para o organismo, depositando-o nas artérias, facilitando a formação de placas de ateroma em veias e artérias, causando obstrução das mesmas.
HDL (bom colesterol)
Remove o colesterol da corrente sanguínea, evitando o seu depósito nas artérias.
COMO CONTROLAR O COLESTEROL
EVITAR
- Carnes vermelhas gordas
- Embutidos (salsichas, presunto, salame, etc.)
- Gema de ovo
- Leite e iogurte integrais, queijos, manteiga
- Creme de leite, chantili
- Chocolates, sorvetes
PREFERIR
- Óleos vegetais (milho, soja, girassol, canola)
- Leite e iogurte desnatados, queijo branco magro, margarina
- Frutas e verduras
- Cereais, alimentos ricos em fibras
- Peixes, aves sem pele, carnes magras
- Atividade física regular.
Obs.: O colesterol somente está presente em alimentos de origem animal (vegetais não contém colesterol)
Visite seu médico regularmente e siga algumas recomendações básicas para evitar as complicações da doença.
SEJA DOADOR DE ÓRGÃOS E AVISE À SUA FAMÍLIA – SUA FAMÍLIA É A SUA VOZ
O QUE PRECISO FAZER PARA SER UM DOADOR?
Querer ser um doador de órgãos é o primeiro passo de um lindo gesto que salvará outras vidas. Depois, é preciso ter uma conversa baseada em amor, confiança e respeito com a sua família. No momento certo, são eles que decidirão respeitar o seu desejo.
Para ser um doador, no Brasil, não é preciso deixar nada por escrito nem registrado em documentos. Aquele procedimento antigo de registrar a opção de doador de órgãos na carteira de motorista não existe mais. O essencial para se tornar doador de órgãos é ter uma conversa com a sua família. No momento certo, eles tomarão a decisão, afinal, a doação só acontecerá após a autorização familiar.
QUAIS SÃO OS TIPOS DE DOADOR?
Doador vivo: qualquer pessoa saudável que concorde com a doação, desde que não prejudique a sua própria saúde. O doador vivo pode doar um dos rins, parte do fígado, parte da medula óssea ou parte do pulmão. Pela Lei, parentes até o quarto grau e cônjuges podem ser doadores. Não parentes, somente com autorização judicial.
Doador falecido: pacientes com morte encefálica, geralmente vítimas de dano cerebral irreversível, como traumatismo craniano ou acidente vascular cerebral (AVC).
POSSO TER CERTEZA DO DIAGNÓSTICO DE MORTE ENCEFÁLICA?
Sim. O diagnóstico de morte encefálica é regulamentado pelo Conselho Federal de Medicina. Dois médicos diferentes examinam o paciente, sempre com comprovação de um exame complementar, em caso de dúvida quanto ao diagnóstico.
QUAIS ÓRGÃOS E TECIDOS PODEM SER OBTIDOS DE UM DOADOR FALECIDO?
Coração, pulmões, fígado, pâncreas, intestino, rins, córnea, vasos, pele, ossos e tendões. Portanto, um único doador pode salvar inúmeras vidas. A retirada dos órgãos é realizada em centro cirúrgico, como qualquer outra cirurgia.
PARA QUEM VÃO OS ÓRGÃOS?
Os órgãos doados vão para pacientes que necessitam de um transplante que já estão aguardando em lista única.
APÓS A DOAÇÃO, O CORPO DO DOADOR FICA DEFORMADO?
Não. A retirada dos órgãos é uma cirurgia como qualquer outra e o doador poderá ser velado normalmente.
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